sábado, 31 de janeiro de 2009

Haroldo tem razão !

Finalmente alguém do PMDB teve a coragem de dizer a verdade: Haroldo Lucena.

Dr. Haroldo disse o que muitos têm vontade, mas não têm coragem.

Ricardo Coutinho não tem o menor respeito nem pelo PMDB, nem pelo Senador Maranhão e nem por ninguém dentro do partido.

O que há, na verdade, é a sede desenfreada pelo poder que subiu a cabeça do MAGO. Ele está babando pelo governo do Estado e fará qualquer coisa para chegar ao seu objetivo.

Fico acompanhando aquelas figuras carimbadas da política paraibana que só sabem mendigar espaço dentro da máquina pública para pendurar os seus. Ricardo é o senhor de plantão e adora uma vassalagem submissa como alguns insistem em oferecer.

Parabéns ao Dr. Haroldo e só espero que ele não sofra os efeitos do rolo compressor xiita.

Início das Aulas




Todas as escolas e Faculdades já inciaram ou estão para iniciar o ano letivo de 2009 por esses dias. As expectativas são muitas sob vários aspectos.

São muitos os preparativos tanto das instituições como dos alunos e seus familiares. Sempre há a cada início de ano toda uma expectativa em torno do convívio entre os amigos que não se vêem há algum tempo. Os docentes já estão ,com saudade desse contato com a juventude que nos enche, literalmente, de energia rejuvenescedora.

O verdadeiro educador vibra com esse contato. Ele permite a nós todos vivermos a essência do termo latino educere: ajudar a levantar. Transformar, dar condições para a mudança, a evolução.

O grande desafio para os mestres é proporcionar aprendizagem, fazer crescer intelectualmente. Os desafios são muitos, a concorrência pela atenção pesada, mas é preciso ir "aonde" o aluno está, parafraseando Milton Nascimento.

Atualmente, a grande maioria dos jovens utiliza algum tipo de recurso de comunicação ligado à Internet. O Orkut, e-mail, blog, lista de discussão, site pessoal etc. Como concorrer com essas modernidades tecnológicas?

E por que concorrer ? Vamos nos utilizar desses recursos para nos aproximarmos do nosso aluno. É o que proponho. Por que não criamos a comunidade no Orkut da nossa turma ? Por que não criarmos um blog da nossa disciplina e termos esse contato facilitado e até amplificado utilizando recursos inerentes ao dia a dia do nosso aluno ?

Estou proporndo na ASPER, instituição na qual trabalho, que cada turma tenha o seu blog e que esse blog seja gerenciado pelos professores e coordenadores de curso. Ao aluno caberia, nesse caso, participar como seguidor e postar comentários apresentando suas dúvidas, posições, opiniões e questionamentos. A cada postagem do professor com uma lista de exercícios, uma sugestão de leitura, um link para um vídeo ou página na Internet, o aluno receberá uma mensagem dando conta de que tem uma comunicação dos seus mestres.

Imaginem a facilidade de comunicação estabelecida ! A idéia não é original, mas é a primeira vez que umam instituição de ensino o faz de forma institucionalizada. Cada Professor deve postar seu material no blog da turma de forma a permitir a democratização do acesso à informação de forma eficiente e rápida.

Aguardamos ganhos nessa relação extra-classe nesses tempos modernos de vida corrida com algumas iniciativas simples como essa.

Inove, invente, haverá sempre uma saída. Nós podemos melhorar as coisas, se nós quisermos.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

PARTIDOS DE ALUGUEL



Entra ano, sai ano e a realidade na política brasileira é a mesma. Nesse texto, abordaremos a questão das legendas de aluguel.

Voces já devem ter notado que cada vez que se aproxima um pleito, temos as movimentações em torno das candidaturas viáveis. Via de regra, os partidos maiores e que têm densidade eleitoral para o pleito, portanto candidaturas viáveis, funcionam como polos de atração dos pequenos partidos que, geralmente, são meros balcões de negócios eleitoreiros.

Alguns milhares de reais, alguns empregos para acomodar apadrinhados, aqui e acolá, algum cargo de maior expressão para acomodar o presidente do partido quer seja o nacional, estadual ou municipal. As coisas continuam funcionando da mesma forma ano após ano.

Temos partidos demais e ideologia de menos. A força que move a grande maioria dos partidos é a força do interesse da cúpula.


É claro que não existe corrompido sem corruptor. Quem detém o poder de nomear, de conceder alguma vantagem em troca do apoio, é tão sacana quanto quem pôs o partido à venda.

O Basil é um dos campeões mundiais em número de partidos. E essa torre de Babel serve aos interesses apenas desses que levam a vida às custas da inocência do povo. Há quem preencha o campo profissão com a expressão "dono de partido".

A solução viria com uma reforma política e a reestruturação partidária, mas infelizmente esse de mudança não interessa aos deputados, senadores, governadores que se elegeram através desse modelo corrupto e insano.

Vamos refletir sobre essas questões e procuremos saber o que está por trás das palavras do dirigente partidário que coloca os destinos da sua legenda nas mãos dos donos do poder.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Menos obra, mais ensino

Amigos,

Achei ese artigo interessante e me faz lembrar um prefeito conhecido.

Paiva


"Uma escola estadual da cidade de São Paulo (Carlos Maximiliano) estava com vários andares ociosos e estava ameaçada de ser fechada por falta de alunos. No ano passado, decidiu-se ocupar as salas vazias para dar aulas de cursos técnicos, que só não se expandiam por falta de prédios. Uma ideia simples, óbvia, acabou produzindo o que pode ser encarado com milagre na administração pública.

A escola que realizou aquela experiência (mais detalhes no endereço http://catracalivre.uol.com.br/2009/01/como-virei-aluno-de-uma-escola-publica) não sabia, mas estava apresentando uma solução que economizou dezenas de milhões de reais --e vai economizar mais dezenas de milhões de reais nos próximos anos. Um levantamento mostrou que havia, no Estado de São Paulo, centenas de colégios em situação semelhante e se decidiu, em vez de erguer prédios para mais escolas técnicas, utilizar as salas vazias.

Além da economia de dinheiro, ganham as escolas regulares, que passam a oferecer um importante atrativo para seus alunos, aproximando-os do mercado de trabalho. Tudo isso só ocorreu porque foi a comunidade que, ao tentar salvar aquela escola estadual, atraiu os cursos técnicos.

Está aí uma boa lição aos políticos e administradores públicos, a maioria deles viciados em inaugurações para chamar a atenção: muitas vezes, menos obra significa mais ensino. Desperdiça-se pela incapacidade de juntar espaços, tarefas e programas.
Porque não se pensa nisso, investiu-se e se investe tão pouco na formação dos professores, que não aparece --mas em obras que chamam a atenção do leitor."

Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz.


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domingo, 25 de janeiro de 2009

A NOVELA DE 2010 NA PARAÍBA





A maior especulação política da atualidade nas terras tabajaras diz respeito a uma possível aliança entre Cássio Cunha Lima e Ricardo Coutinho para o pleito de 2010 e os desdobramentos possíveis em conseqüência da mesma.

Nos bastidores, sabe-se que há, inclusive, uma luta pela paternidade da idéia da suposta aliança em torno dos dois. Há a expectativa de faturamento futuro em torno de uma idéia que possa levar a uma chapa vitoriosa no próximo pleito e, por conseguinte, no governo daí decorrente.

Por uma questão de justiça, é preciso registrar que quem primeiro elencou essa possibilidade foi o ex-deputado Gilvan Freire, vindo depois alguém "armando" nessa mesma linha, sendo seguido pelos outros representantes da fina flor dos "engenheiros" políticos paraibanos.

Ricardo Coutinho tem tentado dar uma de desentendido, mas sabe que precisará de ajuda para cruzar a ponte de Bayeux e conseguir densidade eleitoral no interior do estado. Que nome poderá agregar mais do que alguém que acabou de obter mais de um milhão de votos no último pleito e não poderá concorrer ao governo ? Além disso, Cássio tem um patrimônio grande de realizações à frente de um governo estadual ao longo dos últimos seis anos. Ao seu favor, o prefeito tem a estrutura inchada da prefeitura de João Pessoa funcionando como o canto da sereia na atração dos apoios à sua candidatura a governador.

Sob a ótica dos partidários do MAGO, contra essa aliança, rugem "xiitas" de Ricardo que não querem "sujar" a imagem, em tese, "imaculada" do prefeito pela companhia de alguém que, pela cartilha do xiitismo ricardista, está mais sujo do que pau de galinheiro. Além disso, eles não são bons de dividir e sabem que se buscarem apoio, terão que dividir as benesses não só entre eles.

Outro aspecto nessa mesma linha, é a dívida de Ricardo para com Maranhão, que deu o seu apoio pessoal e do PMDB à primeira candidatura de Ricardo Coutinho, em 2004. Definitivamente, Maranhão permitiu a desconstrução da candidatura própria do PMDB, sendo decisivo para a vitória de Ricardo. O caudilho tem esse favor na sua prestação de contas e costuma ser bom cobrador.

No âmbito dos maranhistas, sabe-se, embora não se admita, que Maranhão sozinho não tem viabilidade. Terá dificuldades para bancar a campanha já que é, reconhecidamente, avarento, lembrando aquele personagem de Moliére imortalizado pelo saudoso Paulo Autran. Não ter a máquina na mão, faz muita falta numa campanha majoritária e acirrada como promete ser a de 2010. Se conseguir costurar os apoios dos prefeitos de João Pessoa e Campina Grande, é, praticamente, imbatível.

Cássio, por sua vez, é a maior raposa que milita nas selvas da política paraibana. Mostra simpatia ao prefeito constitucional de João Pessoa, paquera, mas não beija. Não se compromete. Dá uma de moça que flerta, mas não fica. Ele sabe que, dificilmente, deixará de ser o dono de uma das duas vagas no Senado Federal. É, talvez, o que menos precisa de "muletas" para atingir o seu objetivo. Só um desastre pode retirar-lhe a vaga de senador.

Do ponto de vista dos cassistas, essa possível aliança é uma blasfêmia, mas sabem que em política tudo é possível. E Cássio é um animal político. É provável que a última coisa que queiram ver seja um dos seus arquiinimigos, leia-se Maranhão e Veneziano, à frente do governo do Estado. Precisam pagar para ver os desdobramentos dessa novela das oito.

Os ciceristas, por sua vez, querem cobrar uma conta de, aproximadamente, duas décadas de fidelidade política aos Cunha Lima, datando desde a época da liderança do poeta Ronaldo. Recorrem ao passado para relembrar um suposto convite de Maranhão a Cícero para que fosse o candidato do seu grupo enfrentando o representante do clã Cunha Lima, que foi rechaçado, de pronto. Uma das qualidades de Cícero é a sua fidelidade ao grupo do qual faz parte, embora, em alguns momentos, por conta das especulações, imagino que tenha ficado com a pulga atrás da orelha, com a sensação de marido traído tal qual Bentinho de Capitu.

Cícero bancou e pagou muito cara a conta da eleição apertada de Cássio, em 2002. É bem verdade que Cássio retribuiu o favor quando deu todo o suporte e arrastou Cícero para a vitória, apesar de baleado e sangrando muito por conta da batalha da Confraria. Ninguém em sã consciência pode negar que esse apoio foi decisivo e, praticamente, garantiu a Cícero o direito de passear pelo céu do Senado Federal por oito anos. A candidatura de Cícero não tem nada a perder. No pior caso, terá mais quatro anos de Senado e um nome forte para a reeleição quatro anos depois.

Ney Suassuna poderia ser o senador se não tivesse sido tratado como um cão sarnento por Maranhão e os seus. Fala-se, nos bastidores, que o Senador teria sido convencido a agir dessa forma por um "marketeiro" e pela ação jeitosa de um candidato eleito da sua coligação interessado em herdar os votos do então candidato sobrinho Benjamim Maranhão. Para livrar-se de Ney, cortou na própria carne, oferecendo o sobrinho como exemplo o que não convenceu Ney, que foi até o fim da peleja com a sua candidatura. A idéia básica era a de que poderia colher dividendos eleitorais afastando-se daqueles que estariam supostamente envolvidos no escândalo das ambulâncias. No caso do "trator Suassuna", a derrota e a mudança de lado em Campina, podem custar caro, literalmente.

No grupo Cunha Lima ainda, temos o Senador Efraim Moraes, que não tem se comportado como candidato nos últimos anos. Tem agido como se fosse ator coadjuvante e não protagonista. É bem verdade que, recentemente, alardeou ser candidato ao governo. Em nossa avaliação, tardiamente, mas não se pode desconsiderar a capacidade de articulação de Efraim o que, no mínimo, pode render-lhe um retorno ao Senado. Wilson Braga já provou desse veneno e não gostou.

Resta uma incógnita chamada Veneziano Vital do Rego que está todo assanhado, na plenitude da sua juventude, sonhando com o Palácio da Redenção. Nos últimos anos, tem feito um esforço danado para obter visibilidade para além de Campina. Sabe que há sombras de incerteza para o futuro e talvez, semelhante, ao caso de Ricardo, tenha que aproveitar o seu melhor momento. Leva uma vantagem substancial sobre Ricardo por conta da habilidade política. O seu dilema é ser partidário, fiel ou dar vazão à ambição e ao projeto pessoal.

Correndo por fora em termos de Senado, fala-se em Wellington Roberto e Wilson Santiago disputando a segunda vaga para senador. São duas raposas que, segundo dizem, fazem política com abundância o que não pode ser menosprezado em um estado como o nosso. Ainda para a senatória, um nome que não pode ser descartado nessa disputa é o do deputado Luiz Couto, que tem sido estimulado por alguns dentro do seu partido de olho na sua vaga de federal.

O resultado desse tabuleiro da política paraibana vai depender, principalmente, da capacidade de articulação e de renúncia de cada um dos personagens desse jogo de xadrez, onde cada ação, certamente, deverá gerar uma reação no campo oposto.

Senhoras e Senhores, as cartas estão postas, façam as suas apostas. Quem está blefando ? Quem tem jogo para mostrar ? Quem se comporá com quem ? Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

O Bombardeio da Crise

Todos os dias, em vários momentos, quase em gotas homeopáticas, estamos sendo bombardeados pelo noticiário em torno da crise econômica mundial e suas consequências para o Brasil.

Essa exposição cotidiana desse cenário de terror faz com que todos fiquemos em meio a um quadro semi-depressivo. Esse imobilismo trazido pelo medo da crise, infelizmente, tem desdobramentos preocupantes para um país com os problemas e necessidades do Brasil.

As empresas estão adiando investimentos, as pessoas estão protelando planos, o governo continua gastando mal, os anúncios de demissões e férias coletivas aparecem a toda hora. O cidadão comum, naturalmente, fica na retranca, tendo medo do futuro. É melhor segurar os trocados para garantir a bóia de amanhã.

Do seu jeitão simplista, o presidente Lula tentou estimular o consumo por parte da população, mas as informações negativistas têm prevalecido e, de fato, o consumo tem caído aqui e pelo mundo afora. Acredito que até que uma campanha nacional nesse sentido poderia ser patrocinada pelo governo buscando demonstrar que a crise existe, mas não é o fim do mundo.

Se o mercado externo não compra os nossos produtos no volume desejado, vamos dinamizar o mercado interno para absorver o que não se consegue exportar. Existe uma demanda reprimida em vários setores da nossa economia e o que precisamos é eliminar gargalos históricos.

Em termos de óbices ao desenvolvimento, poderíamos citar alguns: 1) a taxa SELIC é um desses problemas recorrentes da economia do nosso país e que não recua da estratosfera onde sempre orbitou por conta da ditadura do sistema financeiro; 2) A expressiva carga tributária é outro problema que deve ser enfrentado; 3) as "amarras" da legislação trabalhista devem ser debatidas sem posturas dogmáticas; 4) o combate à corrupção que desvia bilhões de reias todos os anos dos cofres públicos; 5) o desperdício de recursos públicos em obras desnecessárias e, muitas vezes, não concluídas através de programas eleitoreiros como o PAC e outros tão presentes em nossa história.

O que nós pobres mortais podemos fazer ? Na minha opinião, trabalhar. Esqueçamos da crise e vamos focar no trabalho. Vamos buscar resultados. Covençamos aos mais próximos a fazer o mesmo. Não vamos entregar os pontos antes do jogo terminar. Levantemos a cabeça porque a luta continua e só acaba no fim dos doze rounds.

Além disso, voce deve ter votado em alguém nas últimas eleições. Posicione-se para o seu representante, mande um e-mail, telefone, demosntre a sua posição e exija uma postura séria e condizente com os interesses do nosso país.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Primeiras Impressões


Como sendo um animal tecnológico, não poderia me furtar da condição de participar do mundo dos blogueiros.
Não resisti e aqui estou. Espero poder compartilhar vivências, emoções, conquistas, derrotas, enfim, a vida com os meus amigos internautas.

Apoio político em troca de favores




O Brasil envelhece, mas não muda.

Desde a chegada de Cabral, temos a troca de favores permeando a coisa pública. Lá por 1500, foi Caminha que pediu ao monarca português uma acomodação no governo para um seu parente.

Passados 400 anos, durante a chamada República Velha, institucionalizou-se as chamadas política dos coronéis e dos governadores, onde ambas baseavam-se na troca de favores no governo para conseguir o apoio político das oligarquias locais.

Mais de 500 anos depois, continuamos no mesmo caminho ou descaminho de Caminha. Apoiar o governo em qualquer instância, tem que ter a moeda de troca da indicação política para ocupar cargos no poder público.

Alguns padrinhos chegam ao descaramento de não assumirem a indicação até de filhos !

A estrutura dos governos municipais, estaduais e federal está abarrotada desses sanguessugas dos recursos públicos. Muitos deles até sem trabalhar.

Há até gestores que aumentam cinicamente o tamanho da máquina só para poderem fazer mais barganhas às custas do erário. Secretarias, secretarias adjuntas, departamentos e outros são criados para poderem acomodar a sede de poder.

Países sérios têm reduzido drasticamente as possibilidades de indicação política dentro da máquina pública. A Alemanha tem menos de 200 cargos de indicação política no governo federal, por exemplo. Essa linha reduz a possibilidade de negociatas às custas dos cofres públicos.

Em nosso país, por essas posturas tem-se um esvaziamento das bancadas de oposição por conta do canto da sereia do poder Executivo. O apoio é trocado literalmente pelas concessões.

Precisamos acabar com isso. Quem quiser apoiar, apoirá com base nas propostas e nos compromissos.

Parafraseando, Luther King, eu digo que tenho um sonho de que o Brasil saia do primitivismo político baseado nas relações promíscuas entre o executivo e o legislativo.


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