terça-feira, 31 de março de 2009

Resposta ao Jornalista Hélder Moura

Tomei conhecimento, por um amigo, que o colunista político Hélder Moura do Jornal Correio da Paraíba, na edição de hoje, fez uma alusão a uma suposta interferência minha junto ao governo Maranhão na nomeação de Percival Henriques para a diretoria técnica do IMEQ-Pb.

Não é a primeira vez que o Sr. Hélder Moura faz insinuações mentirosas sobre supostas nomeações feitas por mim em cargos públicos. Só para exemplificar, cito dois casos de mentiras publicadas por este senhor com relação às nomeações até hoje não comprovadas da minha esposa e da minha irmã no governo Cássio Cunha Lima.

Conheci o jornalista/professor Hélder Moura há aproximadamente 15 anos no CEFET-PB quando presidi a banca que o aprovou em um concurso para professor daquela intituição de ensino. Naquela época, uma característica chamou a atenção da comunidade escolar em relação ao professor novato: a sua esperteza em conseguir acomodações em gabinetes de políticos para não ter que trabalhar duro como nós pobres mortais.

Como sempre preferi trabalhar duro, não faço e nunca fiz uso de espaço na mídia para conseguir vantagens pessoais para mim ou para os meus amigos. Se Percival foi nomeado, deve ter sido reconhecido pelo trabalho que realizou.

Caro Jornalista, se o Senhor tem pretensão sobre o cargo no IMEQ, peça ao governador Maranhão diretamente, seja homem para isso e não fique fazendo joguinhos com o nome das pessoas de bem.


Estamos a disposição para contato através:


Twitter: @professorpaiva;
Facebook: @SeverinoPaiva;
Linkedin: Severino Paiva
ou e-mail: paiva.professor@gmail.com .

segunda-feira, 30 de março de 2009

Os Jovens e a Internet

A revista Veja publicou a seguinte tabela com informações sobre o uso da Internet pelos jovens brasileiros:

domingo, 29 de março de 2009

O maior mal da política

Transcrevo um trecho do artigo do Jornalista Kennedy Alencar publicado na Folha On-line, que eu assino embaixo:

O maior mal da política

"O financiamento das campanhas eleitorais é o principal dos muitos problemas do nosso sistema político. Ele é a raiz da corrupção política. Algo que começa errado tem enorme chance de terminar errado.

O chamado caixa 2 das campanhas fez vítimas em todos os partidos de nossa história recente. Para citar os principais, PT, PSDB, PMDB e DEM conheceram a praga das doações ilegais nos últimos anos.

Vai aqui um palavrão: reforma política. Se não dá para fazer uma reforma digna desse nome, governo e oposição deveriam unir esforços para mudar a regra de financiamento eleitoral.

O financiamento público puro é defendido por muitos e também atacado por muitos. Uma pena muita dura, como perda de mandato para quem for pego recorrendo ao caixa 2, talvez possa ser um caminho.

Existe a ideia de misturar financiamento público e privado. Este último com limites baixos para pessoas físicas e jurídicas, como contribuir até um teto de R$ 1.000 por candidato.

Enfim, há propostas em discussão faz tempo. Os escândalos em série sobre financiamento eleitoral são um sinal de que está passando da hora de mudar a forma como os políticos pagam suas eleições."

Esse tipo de problema não é diferente aqui !

sábado, 28 de março de 2009

Crise nas Prefeituras

O Jornal da Paraíba publicou a seguinte matéria:

Gestores ameaçam "fechar portas" de prefeituras por falta de recursos

28/03/2009 09:50:00

André Gomes, do Jornal da Paraíba


"Alguns prefeitos paraibanos estão admitindo a possibilidade de “fechar as portas” das prefeituras caso os recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) continuem a cair no mês de abril. Só nos primeiros dois decênios referentes ao mês de março a diminuição da verba chegou à casa dos R$ 100 mil em algumas cidades.

A falta de dinheiro está fazendo com que os gestores não consigam fechar o pagamento da folha de pessoal e repassar os recursos para as Câmaras Municipais que, por tabela, sofrem junto com o poder Executivo as consequências da crise financeira. O último repasse do FPM, que será realizado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) na próxima segunda-feira, vem com uma redução de 14,4% no (R$ 959,8 milhões)."

A solução é cortar despesa e diminuir os abusos e excessos praticados com recurso públicos.

Temos mais municípios do que precisamos. A Paraíba está inchada de tantos municípios que não se sustentam e isso tem um custo. É a hora dos gestores e não dos políticos à frente das prefeituras.

Profesor Paiva

segunda-feira, 23 de março de 2009

O sumiço de torcedores e ingressos no futebol



Chamou-me muito a atenção o número de ingressos vendidos para o jogo Nacional de Patos e Fluminense pela Copa do Brasil no estádio Almeidão no último mês de fevereiro.

Até os comentaristas da ESP-Brasil, que trasmitiam o jogo ao vivo, teceram comentários no sentido de que havia mais gente no estádio do que o público oficialmente divulgado.

O mais interessante é que a imprensa, de uma maneira geral, foge desse tema como o diabo foge da cruz.

Parece-me que esse é um problema sério do futebol no Brasil: a abdução de torcedores pagantes !

domingo, 22 de março de 2009

A mão que afaga é mesma que apedreja

Às vezes chego a acreditar que a gratidão é uma coisa um tanto volátil como a memória RAM dos computadores. Some quando é desligada.

É difícil de entender quando voce ajuda alguém de alguma forma durante anos e só porque voce não pode mais manter a ajuda, essa pessoa volta-se contra voce, esquecendo tudo o que foi feito ao longo de anos a fio.

Confesso que é duro de entender. É como se um cachorro que voce cria desde pequeno e a quem voce dá o seu carinho e atenção, passasse a mordê-lo sistematicamente.

As relações amorosas, de trabalho, de amizade e familiares, por exemplo, não duram para sempre e as pessoas têm que entender isso: nada é para sempre.

Mas será que isso se aplica à gratidão ? Ao respeito pelas pessoas ? Augusto dos Anjos já dizia que a "mão que afaga é a mesma que apedreja ...".

terça-feira, 17 de março de 2009

Enfim o Mérito na Educação

Transcrevo aqui mais um artigo do Grande Jornalista Gilberto Dimenstein da Folha:


Começa agora uma revolução no Brasil

Será divulgado nesta semana o índice de qualidade da educação da rede estadual de ensino de São Paulo, o que servirá de base para um bônus concedido aos servidores e professores das escolas --pode-se ganhar até R$ 8.500 de prêmio. Pelo tamanho da rede paulista e sua capacidade de influenciar o resto do Brasil, estamos diante de uma revolução.

Não será obviamente (nem de longe) apenas essa medida que vai melhorar a educação no Brasil. Mas está em jogo a mudança de um olhar diante do professor que, a partir de agora, passa ser sócio do sucesso do aluno e cúmplice do fracasso. Vai ser recompensado no sucesso e punido no fracasso, o que é um estímulo ao mérito.

Todos esses indicadores vão forçar que os governos sejam mais sérios com a educação, invistam mais e melhor, envolvam a comunidade e a família, se preocupem menos em prédios e mais em currículos. Afinal, sem isso, o professor jamais conseguirá ter um bom desempenho.

Por isso, considero que deveríamos ter também um índice de qualidade de secretários da educação que, se não atingido, deveria ter punições, extensivas aos governadores e prefeitos.

Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.

domingo, 15 de março de 2009

A Crise Chegou e Agora ?

A crise econômica bateu à porta do Brasil com a redução das exportações, diminuição da atividade econômica, aumento da taxa de desemprego, redução da arrecadação de impostos em todas as esferas do poder público e queda do fluxo de entrada de dólares em nossa economia.

Solução ? Acabar com a farra generalizada que é feita com os recursos públicos nos estados, governo federal e municípios. Chega de corrupção, empreguismo, aplicações duvidosas e desnecessárias.

O Brasil é muito rico, só precisamos administrar bem os recursos públicos que as coisas melhorarão.

Como disse um velho político paraibano: "Se não levar para casa, o dinheiro sobra".

terça-feira, 10 de março de 2009

A Atualidade da Lei contra a Saidinha de Banco





Dentre as muitas leis que aprovamos durante a nossa passagem na Câmara Municipal de João Pessoa, está lei que obriga as agências bancárias a instalarem câmeras de vídeo monitorando as áreas externas das agências.

Essa lei continua necessária e atual, embora A Prefeitura de João Pessoa e o Procon municipal, como de hábito, tenham ignorado a nossa lei até a presente data por pura picuinha política. E depois eu é que sou radical.

Prejudicar milhares de pessoas usuárias dos bancos em nossa cidade com a não cobrança da aplicação de uma lei porque o autor dela é um adversário político, é, no mínimo, um desrespeito ao cidadão pessoense.

Fiquei feliz de ver o promotor do consumidor, Dr. Glauberto Bezerra, comprar essa briga para que a nossa lei seja posta em prática.

Esse nosso mandato não foi renovado, mas ainda vai dar muito o que falar para a infelicidade dos nossos desafetos.

segunda-feira, 9 de março de 2009

As Colunas Vendidas X Guilherme Almeida

Começamos a verificar que as velhas colunas vendidas de sempre, algumas mais abertamente e outras disfarçadas, começaram a cumprir a ordem do alto escalão de fritar o desafeto deputado do PSB, Guilherme Almeida.

São insinuações aqui e outras ali, mas todas com o firme propósito de expor as "mazelas" do deputado que ousou aceitar ser secretário do Governo Maranhão III.

Essas canetas de aluguel continuam posando de boa índole, de imparciais, mas nós sabemos bem como funciona essa lógica: é dando que se recebe. Boas notas, bons comentários, abrem espaço para uma acomodação aqui, um contratozinho ali e assim conseguem viver bem às custas dos recursos públicos.

Haja capacidade de sobrevivência dessas nossas canetas de aluguel !

Te cuida, Guilherme porque a fritura já começou !

sábado, 7 de março de 2009

PMDB x PSB - Maranhão x Ricardo








Essa briga já era esperada há algum tempo por todos aqueles que aompanham os bastidores da política paraibana.

Por que ? A briga pelo poder, é claro.

Maranhão apoiou Ricardo em 2004 e foi decisivo para a sua eleição a prefeito de João Pessoa, mas o Mago já esqueceu e acha que não deve nada a ninguém, nem a Deus.

Maranhão acreditava que Ricardo teria respeito por ele e o apoiaria nessa volta ao poder, mas Ricardo e os seus, nos bastidores, torciam pela permanência de Cássio até o fim do mandato como a forma de anular o velho caudilho. Maranhão é bom para apoiar, mas não para ser apoiado.

As investidas de Maranhão sobre as hostes do PSB fazem parte de um roteiro para enfraquecer o "adversário" e trazê-lo de volta à "humildade" e à consciência do direito de Maranhão de ter o seu apoio por merecimento.

O Mago está obcecado pelo governo do estado e a Raposa do Maranhão está dando umas doses homeopáticas de LEXOTAN para ele relaxar.

Essa briga promete !

domingo, 1 de março de 2009

Como Enfrentar a Crise no âmbito do Governo

Muito já se falou sobre a crise. Somos bombardeados diariamente com notícias sobre esse tema nos últimos seis meses e isso gera uma paranóia generalizada. A questão que queremos abordar é como os governantes têm encarado essa questão da crise.

Observamos que alguns tratam de elevar os gastos públicos, buscando de alguma forma compensar o desaquecimento da atividade econômica com a elevação das despesas do tesouro público. Muitas vezes, essas despesas têm retorno duvidoso para a sociedade. Isso tem aconteceido a nível nacional, estadual e municipal. Quantos investimentos duvidosos tivemos aqui em João Pessoa com recursos do PAC ?

O que nós estamos propondo é o que manda o bom senso: ao invés de gastar por gastar, propomos selecionar criteriosamente as possibilidades de investimento para que se priorize aquelas que possam trazer retorno efetivo.

Os recursos que se puder economizar, deverão ser destinados para áreas essenciais como saúde e educação, mas não necessariamente em obras de pedra e cal e sim em qualidade de atendimento. Treinamento, valorização de pessoal, eficiência na gestão, corte de despesas são os para o caminho que propomos.

Essa busca da eficiência diz respeito ao enfrentamento das despesas da máquina públicas em nosso país. Despesas com o custeio da máquina (energia, água, material de expediente etc) e o inchaço da máquina com o aparelhamento da militância nos cargos comissionados e outras formas de fazer composições políticas através do empreguismo. As despesas da máquina estatal no Brasil cresceram muito acima do crescimento do PIB nos últimos anos. A despesa é um dragão, enquanto que a economia se comporta como um ratinho !

Outro ponto importante diz respeito à desoneração da carga de tributos que as empresas têm que arcar para manter a estrutura da máquina pública. Políticas que possam efetivamente facilitar a vida das empresas com a redução da carga tributária. Propomos a Reforma Tributária já em todos os níveis.

Não podemos abrir mão da eficiência na administração pública em nosso país sob o risco de estarmos condenando as nossas gerações futuras à pobreza e à falta de perspectiva.