domingo, 1 de março de 2009

Como Enfrentar a Crise no âmbito do Governo

Muito já se falou sobre a crise. Somos bombardeados diariamente com notícias sobre esse tema nos últimos seis meses e isso gera uma paranóia generalizada. A questão que queremos abordar é como os governantes têm encarado essa questão da crise.

Observamos que alguns tratam de elevar os gastos públicos, buscando de alguma forma compensar o desaquecimento da atividade econômica com a elevação das despesas do tesouro público. Muitas vezes, essas despesas têm retorno duvidoso para a sociedade. Isso tem aconteceido a nível nacional, estadual e municipal. Quantos investimentos duvidosos tivemos aqui em João Pessoa com recursos do PAC ?

O que nós estamos propondo é o que manda o bom senso: ao invés de gastar por gastar, propomos selecionar criteriosamente as possibilidades de investimento para que se priorize aquelas que possam trazer retorno efetivo.

Os recursos que se puder economizar, deverão ser destinados para áreas essenciais como saúde e educação, mas não necessariamente em obras de pedra e cal e sim em qualidade de atendimento. Treinamento, valorização de pessoal, eficiência na gestão, corte de despesas são os para o caminho que propomos.

Essa busca da eficiência diz respeito ao enfrentamento das despesas da máquina públicas em nosso país. Despesas com o custeio da máquina (energia, água, material de expediente etc) e o inchaço da máquina com o aparelhamento da militância nos cargos comissionados e outras formas de fazer composições políticas através do empreguismo. As despesas da máquina estatal no Brasil cresceram muito acima do crescimento do PIB nos últimos anos. A despesa é um dragão, enquanto que a economia se comporta como um ratinho !

Outro ponto importante diz respeito à desoneração da carga de tributos que as empresas têm que arcar para manter a estrutura da máquina pública. Políticas que possam efetivamente facilitar a vida das empresas com a redução da carga tributária. Propomos a Reforma Tributária já em todos os níveis.

Não podemos abrir mão da eficiência na administração pública em nosso país sob o risco de estarmos condenando as nossas gerações futuras à pobreza e à falta de perspectiva.

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