sábado, 30 de maio de 2009

Os favoritos também perdem !

Susan Boyle foi 2a. colocada no Idolos Britânico, perdendo para um grupo de dança de rua.

Eu conheço bem essa estória !

PT x PT na Pb

O PT da Paraíba vive de picuinhas internas. Os filiados do partido vivem de confrontos internos constantemente.

O conflito da vez é entre o vice-governador Luciano Cartaxo e o Deputado federal Luiz Couto. Cada um que puxe a brasa para a sua sardinha.

Infelizmente, eu conheci de perto essa síndrome autofágica do nosso PT aqui na Paraíba.

Dirigentes sugeriam um mandato vigilante e altivo diante do prefeito e nos bastidores negociavam favores do alcaide em troca do uso das amarras partidárias contra mim. Para evitar desgastes desnecessários, desfilie-me, a contragosto.

Esse partido ainda vai se autodestruir !

Estamos deixando de ser idiotas ?

Passo a trancrever o artigo sobre a nossa educação do Colunista Gilberto Demesntein da Folha de São Paulo:

"Nação idiota é aquela em que os alunos saem da escola sem aprender a ler e escrever direito. Não há civilidade democrática que se construa a partir disso. Nesse sentido, somos uma nação idiotizada --e vamos ser por muito tempo. Há, porém, motivos para celebração, como este plano anunciado pelo governo federal para estimular a formação do professor.

O que se pretende é aprimorar a seleção de professor , além de aumentar a oferta e melhorar a qualidade dos cursos de formação nas universidades. É algo que vai ao encontro do anúncio do governo de São Paulo de obrigatoriedade de um curso antes de o professor, já aprovado em concurso, passar mais um tempo estudando.

Estamos tocando na essência do nosso subdesenvolvimento: a baixa qualificação dos professores. Isso se deve a toda uma mobilização, crescente, da sociedade pelo ensino público. É o avanço político mais importante do país.

Ainda é apenas o começo. Mas a verdade é que todas essas ideias só vão mesmo funcionar quando pudermos atrair os talentos da sociedade para dentro da escola. Atrair significa a combinação de salário com reconhecimento social.

Atrair talentos significa que uma comunidade coloca em primeiro lugar a qualificação de todos os seus integrantes, e não apenas da elite. A novidade é que nossa elite econômica não só aceita como se mobiliza a favor desse princípio tão simples.

Por isso, que a tarefa de melhoria da educação só é comparável à abolição da escravatura. "

Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Estamos em recessão !

Discussões técnicas à parte, estamos em recessão.

As várias correntes de economistas levantam teses de que sim e de que não. Cada corrente tem as suas atrelações políticas.

Alguns dados são indiscutíveis: aumento do desemprego, queda da produção industrial, redução da oferta de crédito, queda da arrecadação de impostos, queda do superávit comercial, queda do superávit primário, demissões em massa !

A questão é mais política do que propriamente econômica. Ao admitir a recessão, o governo teme a exploração política por parte da oposição.

Questões políticas à parte, quando o governo federal vai admitir a recessão econômica ?

Sindicalismo que manipula

Essa é uma constatação mais que lamentável: o uso de instituições sindicais para proveito próprio.

No âmbito nacional e local, temos visto vários movimentos reinvindicatórios que na verdade estão a serviço dos interesses políticos de alguns poucos em detrimento da grande maioria dos membros da entidade.

Manipulações descaradas de assembléias, votações induzidas, prestações de contas que não representam a realidade financeira das instituições, tudo isso faz parte dessa corrente sindical que manipula as massas.

Verbas sindicais usadas para financiar campanhas políticas e outros males são mais do que comuns.

O que estará fazendo o Ministério Público que não fiscaliza essas entidades ?

terça-feira, 26 de maio de 2009

Como ser mais feliz no trabalho

Uma matéria da revista Voce SA procura dar dicas de como ser mais feliz no ambiente de trabalho. Assunto esse que diz respeito a todos nós. Vejamos a matéria:





Matéria da Voce SA procura dar dicasde como ser maios feliz no trabalho:

Legendas de aluguel

Comprar partido político para quem está no governo é a coisa mais fácil do mundo. Basta um empreguinho ou outro e já pode mandar na legenda.

Em João Pessoa, isso vem acontecendo há algum tempo e de forma descarada !

A Petrobrás é uma grande "teta"

Projeto de fundo de Quintal que recebeu verba da Petrobrás:



Distribuição da verba do Fundo da Infância e Adolescência - FIA:



O Jornal O Globo desse domingo, 24/05/2009, publicou ampla reportagem com o detelhamento da distribuição das verbas sociais da Petrobrás.

Shows, projetos sociais duvidosos e outros fins obscuros fazem parte do esquemas de distribuição política dessa verba da nossa estatal.

A CPI é necessária para esclarecer questões como essas e outras !


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STJ decide em favor do usuário de Plano de Saúde

Anunciada recentemente uma decisão do STJ traz tranquilidade para o usuário de planos de saúde em nosso país. Os planos de saúde não poderão mais limitar o tempo ou valor do tratamento a ser feito pelos seus usuários.

Isso posto, impedirá que os planos determinem que voce ou seu familiar só tenham direito a 5 dias de UTI, por exemplo.

Essa foi uma decisão sensata e que preserva o unteresse do mais humilde: o usuário do plano de saúde.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Coqueiros de Manaíra em risco !

Acompanhei pela imprensa local o anúncio de que a prefeitura estaria dando início a uma obra na praia de Manaíra. Essa obra, já iniciada, destina-se a refazer a calçadinha e construir uma ciclovia naquela parte da praia cuja calçada é antiga e mal conservada.

Caminhando na calçadinha de Manaíra hoje pela manhã, prestei atenção em alguns coqueiros arrancados com os seus troncos tombados ! Sinal vermelho ligado: será que para viabilizar essa obra vai ter que arrancar todos os coqueiros da calçadinha ? Será mais um crime ambiental dessa administração ?

Será que a população já foi comunicada dessa possível depredaração da natureza para viabilizar a nova calçadinha e a ciclovia em Manaíra ?

Há que se discutir essa questão com a população. Eu, como morador, sou contra a derrubada dos coqueiros ! E voce ?

terça-feira, 19 de maio de 2009

Como fazer uma reunião render

A Revista Exame mais recente traz um artigo interessante com dicas de como otimizar aquelas reuniões intermináveis no escritório:



Esse caso da ata do PSB fede !

A cada dia que passa essa estória da ata do PSB fede mais. Cada vez que se mexe, a coisa apresenta uma nova versão.

Os xiitas estão em polvorosa e agitados !

O Imponderável da saúde de Dilma Roussef

O presidente Lula anda às voltas com a doença da sua candidata à presidência, a ministra Dilma Roussef.

Tudo foi planejado para viabilizar a candidatura da dama de ferro à presidência, mas um câncer linfático estava no caminho desse projeto.

Será que Dilma terá condições de ser a candidata tampão que Lula precisa para voltar em 2014 ?

Talvez volte a tomar força a tese do 3o. mandato do presidente Lula ...

Avanço da Informatização da RF

Esse artigo da última Revista Exame mostra a orientação da Receita Federal no sentido de acabar com os velhos e grandes arquivos no papel. O SPED, novo sistema eletrônico da receita, Sistema Público de Escrituração Digital, vai abrigar nos computadores do governo toda a documentação fiscal das empresas.

É o LEÃO buscando a modernidade tecnológica para calibrar a sua mordida:





sábado, 16 de maio de 2009

João Pessoa: a capital sem futebol

Acho que das 27 unidades da federação somos a única que não tem futebol em competições oficiais na capital do estado.

Esse é o retrato do futebol de João Pessoa que esempre esteve à mercê da ação de inescrupolusos, especialmente, políticos que usaram e abusaram dos clubes como se fossem uma laranja que se chupa e se joga fora.

Recife, Fortaleza, Natal e Maceió só para falar das capitais mais próximas, têm times nas competições oficiais e nós , não.

Quando João Pessoa vai aprender a separar as coisas ? Precisamos de uma revolução à francesa no futebol pessoense. Cabeças precisam rolar para abrirmos caminho para a renovação que se faz tão necessária.

Que Robespierre encarne em alguém para comandar a degola nesse mar de incompetência que é o futebol de João Pessoa !

CPI da Petrobrás

Não somos crianças para acreditar só no espírito público da bancada da oposição quando propõe a CPI da Petrobrás. Mas não podemos nos omitir de, enquanto sociedade, fiscalizarmos o que o governo Lula tem feito com esse patrimônio do povo brasileiro que é a Petrobrás.

Estamos conscientes de que uma CPI pode trazer consequências drásticas para a reputação da empresa nos mercados internacional e nacional.

O que fazer ? Nos perguntamos todos nós. Já vi bem de perto esse filme que cria as condições para que o governante transforme-se, praticamente, em um ditador, pintando e bordando a seu bel prazer. Aí é que mora o perigo !

A República pressupõe reponsabilidade e consciência do dever. Em nosso país, esse tipo de postura sempre fica de lado em troca dos favores do poder.

Sou a favor da CPI para passarmos a limpo e abrirmos a caixa-preta da Petrobrás.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Palestra Sobre Orçamento Público

ORÇAMENTO PÚBLICO NO BRASIL

SEVERINO PAIVA

Ex-Vereador e Presidente da CMJP
Relator das Leis Orçamentárias
Diretor das Faculdades ASPER

PRIMÓRDIOS
• 1212 – INGLATERRA - SURGE O ORÇAMENTO COMO CONHECEMOS
• 1689 – INGLATERRA – OBRIGATORIEDADE APROVAÇÃO DESPESAS PELO CONGRESSO
• 1776 – EUA – ORÇAMENTO NO CONTROLE DA GESTÃO
• 1789 – FRANÇA – ORÇAMENTO NO CONTROLE DA GESTÃO
• 1824 – BRASIL – EXIGÊNCIA FORMAL ORÇAMENTO
– 1830 – APROVAÇÃO DO PRIMEIRO ORÇAMENTO
– 1891 – ELABORAÇÃO PRIVATIVA DO CONGRESSO
– 1934 – ELABORAÇÃO PRIVATIVA DO EXECUTIVO
– 1946 - USO DO MODELO MISTO

EMBASAMENTO LEGAL
• A Lei 4320 / 1964:
– Regulamenta a elaboração do Orçamento, estabelecendo normas gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.

• PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS
– Universalidade
– Anualidade
– Unidade Orçamentária
– Exclusividade
– Equilíbrio

• A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988
– Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
• I - o plano plurianual;
• II – as diretrizes orçamentárias;
• III – os orçamentos anuais.
– Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do regimento comum.

• LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL

O SISTEMA ORÇAMENTÁRIO
E O PROGRAMA DE GOVERNO
EM SÍNTESE:
• O Programa de Governo diz o que virá
• Os programas do PPA terão metas e indicadores quantificados
• A LDO definirá metas para o próximo exercício
• A LOA reservará recursos para sua execução anual

PPA
• É um plano feito para a duração de quatro anos, tendo vigência até o final do primeiro exercício financeiro do mandato da futura administração. Nele, devem constar, obrigatoriamente, os orçamentos de investimentos que nortearão diretrizes, objetivos e metas da administração Municipal para as despesas de capital e outras dela decorrentes. Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão neste plano, ou em lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade fiscal.

LDO
• É é um plano de curto prazo capaz de traduzir as diretrizes e objetivos do PPA em metas e prioridades para o ano seguinte, servindo como orientação para a elaboração do orçamento anual. No legislativo, o projeto da LDO poderá receber emendas, desde que compatíveis com o PPA.
• Diretrizes são orientações ou princípios que nortearão a captação, gestão e gastos de recursos durante o período, com vistas a alcançar os objetivos de Governo no Período do Plano.
• Objetivos constituem na discriminação dos resultados que se pretende alcançar com a execução das ações governamentais que permitirão a superação das dificuldades diagnosticadas.
• Metas são a tradução quantitativa dos objetivos.

LOA
• É uma lei que concretiza o planejado no PPA, obedece às metas e às prioridades estabelecidas pela LDO, transformando-as em dotações orçamentárias efetivas.

PRAZOS
• PLANO PLURIANUAL:
– Encaminhamento: Até 31 de agosto;
– Devolvido para sanção: Até o encerramento da sessão legislativa (geralmente, 20 de dezembro).
• LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS:
– Encaminhamento: Até 15 de abril;
– Devolvido para sanção: Até o encerramento do primeiro período da sessão legislativa (geralmente, 30 de junho).
• LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL:
– Encaminhamento: Até 31 de agosto;
– Devolvido para sanção: Até o encerramento da sessão legislativa (geralmente, 20 de dezembro).

TRAMITAÇÃO LEGISLATIVA DO ORÇAMENTO
• RECEPÇÃO PELO LEGISLATIVO
• LEITURA NO EXPEDIENTE LEGISLATIVO
• AVALIAÇÃO COMISSÕES LEGISLATIVAS
• APRECIAÇÃO PARECERES PLENÁRIO
• APROVAÇÃO PELO PLENÁRIO
• ENVIO PARA SANÇÃO DO EXECUTIVO
• EM CASO DE VETOS, RETORNA PARA APRECIAÇÃO DOS MESMOS


EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA
• É a execução propriamente do orçamento.

ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO
• É UMA FASE TRABALHOSA, MAS NECESSÁRIA
• PERMITE AVALIAR A GESTÃO PÚBLICA

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Preocupação com o nível das reservas dos BCs

Em meio ao surgimento da crise econômica mundial, ficou comum vermos notícias nos veículos de comunicação sobre o retorno do Estado como alavancador do crescimento econômico. Essa função tão em desuso em tempos de neoliberalismo, já foi uma das mais importantes na idade moderna nos tempos do absolutismo e do mercantilismo.

Os EUA anunciaram pacotes bilionários que somados já ultrapassam os 2 trilhões de dólares. A China também anunciou os seus bilhões destinados a manter a pajunça econômica do gigante oriental. O Brasil tem também o seu pacote de bondades anunciado pelo presidente Lula e pelos ministros da área econômica. Outros países também o fizeram.

Mas esses pacotes de bondades para socorrer bancos e catapultar o crescimento econômico também têm o seu custo: a redução do nível das reservas dos bancos centrais desses países e um enfraquecimento das "defesas" desses países para o enfrentamento dessa gripe econômica.

Essas ações geram implicações na poupança dessas nações, podendo gerar desdobramentos muito sérios em um futuro próximo: a possibilidade concreta de uma quebradeira generalizada tal qual a derrubada das peças de um dominó.

Esperar e torcer para não ver !

Voto em lista: Perigosa insanidade

Assino embaixo desse artigo de Cláudio Lembo:

Segunda, 11 de maio de 2009 - Perigosa insanidade

Lembo: proposta de voto em lista é uma "anormalidade inconcebível" para o sistema eleitoral brasileiro

As sociedades aprendem com sua própria história. Rever acontecimentos e captar as conseqüências de episódios é tarefa obrigatória de todos os povos. Tolice perder as lições do passado. Trata-se de perdularismo inaceitável.

Os parlamentares - senadores e deputados federais - demonstram, quando falam em reforma política, tendência perdulária. Dilapidam a rica tradição eleitoral dos brasileiros. Não dão importância ao passado.

Desde 1532, quando da instalação do primeiro município, vota-se no Brasil. Sem solução de continuidade. Exceção: somente o período Estado Novo, quando todas as formas de consulta mereceram supressão.

Esta rica experiência eleitoral, hoje esquecida, aponta para as várias formas de recolhimento da vontade popular, por meio do voto pessoal, expressão da vontade individual da cidadania.

No primeiro reinado, as eleições primárias estiveram presentes em nosso panorama político. O colégio eleitoral tinha amplidão. Votavam inclusive os analfabetos.

Este diversificado colégio elegia os delegados e estes os representantes junto aos parlamentos. Uma eleição em dois turnos. Permitia, pelos parâmetros da época, a busca de ampla legitimidade popular.

Tanto espaço popular preocupou os políticos da época. Adotou-se, com todas as fraudes imagináveis, o voto direto. Para que o controle sobre a vontade popular fosse pleno, implantou-se o voto de lista fechada.

Correram os anos. Em razão do famigerado voto de lista fechado, desapareceu a oposição parlamentar. O eleitor sufragava um partido e, com seu voto, conduzia os componentes da lista partidária ao parlamento.

Dois rebanhos eleitorais: um composto pelo eleitorado obrigado a votar, sem qualquer espaço de liberdade, em candidatos impostos, ordenadamente, por uma legenda partidária.

O outro rebanho formado pelos candidatos. No primeiro lugar da lista, a vaca madrinha - o dono do partido - seguida pelos seus apaniguados. Todos escolhido pela cúpula partidária.

Um sistema fechado onde o arejamento é impossível. Tal foi a extensão do desastre que, no segundo reinado, as listas não eram completadas. Deixavam-se vagas - três - para serem disputadas pela oposição.

Só em 1930, quando a República Velha ruía, o sistema foi abandonado, graças à clarividência de Assis Brasil. Após uma intensa luta política e um qualificado debate intelectual implantou-se o voto proporcional.

Este, como é conhecido de todos os eleitores, permite à cidadania a escolha de um partido, mediante o voto na legenda, ou de um partido e de um candidato específico, quando se vota em determinado postulante a deputação.

Nesta última hipótese, há opção por um partido e, no interior da lista oferecida por este, de um candidato escolhido pelo próprio eleitor. Um mínimo de liberdade no exercício do dever de votar.

O sistema conta com grande longevidade. Foi testado em momentos difíceis da História pátria. Nasceu de revolução que mudou maneiras de fazer política. Buscou a higienização de práticas eleitorais corrompidas.

Agora, parlamentares carentes de referências doutrinárias procuram importar o voto de lista, aplicados nos dois países da Península Ibérica: Espanha e Portugal.

Na Espanha, o modelo esgotou-se. Existe um grande movimento na busca da extinção do voto de lista, aquele que perpetua sempre os mesmos representantes nas cadeiras parlamentares.

Apesar do passado nacional sobre o voto de lista - que não o recomenda - e a procura de novos modelos pelas sociedades que o adotam, em Brasília, alguns desinformados desejam sua implantação.

Querem na verdade se afastar das lutas populares e preservar seus cargos graças ao domínio das máquinas partidárias, onde representam as oligarquias dominantes.

A sociedade por meios de suas representações espontâneas deve se colocar contra esta deturpação do sistema eleitoral brasileiro, testado e comprovado de boa qualidade em sucessivos pleitos.

Lamenta-se que a avidez de alguns traga ao debate tema superado, de há muito, na própria trajetória política pátria. O Brasil Império e a República Velha fragilizaram-se pelo voto de lista.

É fundada tolice tomar veneno já conhecido. Uma anormalidade inconcebível, mas presente no Parlamento nacional. Cabe a todos alerta para a insanidade.

Autor:
Cláudio Lembo é advogado e professor universitário. Foi vice-governador do Estado de São Paulo de 2003 a março de 2006, quando assumiu como governador.

domingo, 10 de maio de 2009

Rubinho: Profissão fiel escudeiro

Quem nasce com vocação para Sancho Pança, não chega a Dom Quixote !

Infelizmente é o caso do nosso simpático piloto de fórmula Rubens Barrichelo. Mais uma decepção neste domingo para todos aqueles que gostam de automobolismo. Rubinho mais uma vez serve de escada para um companheiro de equipe como já foi para Michael Schumacher e hoje é serviçal de Button.

Rubinho contenta-se em ganhar um excelente salário e servir, tristemente para decepção de todos nós brasileiros.

(www.professorpaiva.blogspot.com)

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Muita calma nessa hora

Muita calma nessa hora

DE NOVA YORK - Uma pergunta:

O que mudou desde setembro, quando o banco Lehman Brothers quebrou e os mercados financeiros internacionais tiveram o maior colapso desde os anos 1930? Muita coisa, e para pior.

Pelo menos mais de 2,5 milhões de pessoas perderam seus empregos nos EUA, além de outros milhões em dezenas de economias. Empresas fecharam, outros milhões ficaram sem suas casas, o nível de atividade encolheu e, acima de tudo, a humanidade ficou mais pobre.

E mais previdente. O que já se reflete, por exemplo, na taxa de poupança dos norte-americanos, que vem crescendo rapidamente diante do cenário de mais desemprego e incertezas. Mais poupança significa menos gastos.

Já os bancos, continuam na mesma: entupidos com os ativos tóxicos que originalmente detonaram essa crise. Eles continuam lá, no mesmo lugar, segurando o mercado de crédito.

Só o gigante Bank of America vai precisar de mais US$ 35 bilhões no curto prazo para continuar viável, sendo que o banco já recebeu US$ 45 bilhões em capital do Tesouro dos EUA.

Um exemplo das consequências reais disso:

Companhias gigantescas nos EUA como Hewlett-Packard e Verizon antes conseguiam linhas de crédito de mais de US$ 5 bilhões por quase três anos seguidos e com juros de 0,2% sobre a taxa Libor (que serve de parâmetro internacional). Agora, estão sendo obrigadas a tomar valores iguais por apenas 365 dias e pagando até 2% sobre a Libor.

Isso significa mais custo, incertezas e aperto.

Claro que houve também algumas notícias positivas, mas todas provocadas artificialmente: os governos lançaram pacotes trilionários de estímulo, baixaram juros ao nível do chão e estão injetando liquidez como nunca na economia internacional para aliviar corretamente os efeitos da crise.

Mas não parece razoável ou sustentável a atual euforia dos mercados financeiros, que já ensaiam uma recuperação se não ao nível pré-crise, na direção dele. Aliás, é bom frisar, muitos dos resultados menos ruins do que os esperados em várias empresas só ocorreram porque elas cortaram custos (pessoal e produção), e não porque os negócios melhoraram.

O preço da ação de uma empresa reflete nada menos do que a expectativa de ganho dessa mesma empresa. Se ela tiver um futuro promissor, o preço vai subir. Caso contrário, cai. O que os mercados estão nos dizendo agora é que o futuro é promissor, e que está ficando cada vez mais promissor.

Quando os mercados subiam rapidamente, a expectativa era de um planeta crescendo entre 2% e 3% ao ano. Agora, estamos falando de um encolhimento da mesma magnitude.

Obviamente, um dia sairemos da atual crise, mas não tão rápido.

Todos esses milhões que perderam seus empregos (e que gastavam mais fartamente antes da crise) terão de voltar a encontrar trabalho. As milhares de lojas que fecharam terão de reabrir para fazer pedidos às fábricas. Os que perderam suas casas, terão de encontrar outros meios, e por aí vai.

É ótimo que o humor esteja mudando.

Mas, nessas horas, excesso de otimismo pode ser potencialmente muito triste.

Fernando Canzian, 42, é repórter especial da Folha. Foi secretário de Redação, editor de Brasil e do Painel e correspondente em Washington e Nova York. Ganhou um Prêmio Esso em 2006.Escreve às segundas-feiras.

Pacto da Mediocridade na Atividade Profissional

Voce já deve ter sentido isso.

Volta e meia eu olho para algumas pessoas e penso como é que se pode contentar com o fazer de conta que produz. Algumas figuras têm a cara de pau de fazer de conta pomposamente que estão trabalhando, mas na verdade estão praticando a velha e má embromação.

Precisamos mudar essa prática de fazer de conta que se perpetua na mentalidade das pessoas e das empresas no nosso país.

Essa prática começa na escola. O aluno contenta-se em tirar a nota mínima para passar. Se essa nota é 7 (sete) então quero um sete e tá bom demais. Por que não um 10 (dez) ?

Se voce pode render mais, renda, produza, faça por onde.

Em algumas empresas vemos claramente esse pacto da mediocridade profissional. Façamos de conta que somos o máximo e que estamos dando o máximo. Sejamos como o coitado do Rubinho, advogam os defensores da causa da mediocridade. Vamos fazer o suficiente para não sairmos do lugar e não deixemos que alguém perceba a nossa incapacidade.

Abaixo a falta de compromisso. Conece a fazer a sua parte: doe-se, faça um pouco mais e avance sistematicamente no sentido da excelência.

Esse é o caminho para deixar a sua marca positiva no mundo. Não queira ser mais um. Como diria Romário: "seja o cara".

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Quando precisam, logo lembram que voce existe

Voce já parou para pensar sobre aquelas pessoas que só lembram que voce existe quando precisam de voce para alguma coisa ?

Todos nós conhecemos alguém desse tipo. Todos nós já nos sentimos usados por alguém assim.

E esse tipo de comportamento sempre se repete e voce se pergunta se vai ajudar novamente ou se vai mandá-los para aquele canto ...


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sábado, 2 de maio de 2009

Nunca Pare de Sonhar

Para continuar inspirando, o mestre Gonzaguinha:

Amanhã

Para inspirar, uma das grandes composições do maestro Guilherme Arantes:

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Verba Assistencial da Assembleia da PB

Assistência de quem ? Terá sido dos deputados ?

Esse rateio de recursos públicos é uma pouca vergonha e vem acontecendo no Brasil há muito tempo às custas do nosso povo. Todos são sócios nisso.

Ainda há quem se faça de desentendido. "Não sei de nada, pergunte ao presidente da assembleia", disse um dos beneficiados. É muita cara de pau.

Ano que vem tem eleição e eles novamente serão eleitos. O povo paraibano merece.

Com a palavra os senhores e senhoras eleitores.