quinta-feira, 27 de abril de 2017

Cursos participantes do ENADE 2017


O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2017 será aplicado no dia 26 de novembro. Portaria com o regulamento do exame foi publicada hoje (27) no Diário Oficial da União.

O Enade avalia o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação em relação aos conteúdos, habilidades e competências adquiridas em sua formação. A cada ano, o exame avalia um grupo diferente de cursos superiores, ciclo que se repete a cada três anos.

O exame é o principal componente para o cálculo dos indicadores de qualidade dos cursos e das instituições de ensino superior do país. Caso tenham avaliações consideradas insuficientes, as instituições de ensino sofrem penalidades e podem ser fechadas. Os estudantes são obrigados a fazer o exame para receber o diploma, mas não há desempenho mínimo obrigatório.

Devem fazer o exame tanto os estudantes ingressantes nos cursos avaliados quanto os estudantes que estejam próximos à conclusão do curso. As inscrições ficam a cargo dos dirigentes das instituições.

Áreas avaliadas

Neste ano, serão avaliados os cursos de arquitetura e urbanismo; engenharia ambiental; engenharia civil; engenharia de alimentos; engenharia de computação; engenharia de controle e automação; engenharia de produção; engenharia elétrica; engenharia florestal; engenharia mecânica; engenharia química; engenharia; e, sistema de informação.

Serão avaliadas ainda as licenciaturas nas áreas de artes visuais; educação física; letras - português e espanhol; letras - português e inglês; letras - inglês; música; e pedagogia. As licenciaturas e bacharelados em ciência da computação; ciências biológicas; ciências sociais; filosofia; física; geografia; história; letras - português; matemática; e química.

Também farão parte do Enade deste ano, os tecnólogos nas áreas de análise e desenvolvimento de sistemas; gestão da produção industrial; redes de computadores; e, Gestão da Tecnologia da Informação.


Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 11 de abril de 2017

Coisas do Brasil: no sertão o sujeito tem cisterna, mas não coleta a água da chuva

Tem coisas que só acontecem por aqui na "Terra Brasilis" !

Tenho andado pelo sertão nordestino e passei a observar que tem muitas casas no meio da caatinga que contam com as cisternas construídas nos últimos anos, notadamente nos governos petistas.

Agora o que me chamou mais ainda a atenção mesmo é que em muitas delas as calhas que deveriam estar coletando a água da chuva para armazenar nessas cisternas ou não existem ou estão desconectadas do telhado e/ou da cisterna.

Parei em algumas e puxei assunto com o sertanejo sobre o motivo de não estar coletando essas últimas chuvas boas que têm caído no sertão nordestino. Aí o sujeito disse que era porque a água era suja, cheia de areia, cocô de passarinho e outras coisas. Tentei argumentar que era só filtrar a água  com um pano ou deixar cair fora a primeira água e que depois ela viria mais limpa. No pior dos casos, colocando cloro resolveria o problema.

O sujeito não quis saber das minhas sugestões, não arredou pé do seu ponto de vista e disse-me que era melhor esperar o carro pipa do governo, que demorava, mas chegava. Vício no assistencialismo puro tal qual o bolsa família e outras iniciativas que  só prestam um desserviço ao cidadão e à nação.

Sai pensando sobre a questão e conclui que no Brasil o que todo gestor quer é fazer a obra, colocar a placa com seu nome, ganhar a fama e a comissão sobre a obra. Por isso essa visão equivocada do beneficiado pelo programa das cisternas do governo federal, que construiu milhares delas pelo sertão afora, mas que muitas delas não coletam a água por deseducação do sertanejo.

Bastava uma campanha educativa, daquelas de pé de ouvido, parando de comunidade em comunidade, reunindo as pessoas e explicando como fazer para aproveitar as chuvas que caem, mas de forma irregular ao longo do ano e que se fosse coletada, daria para amenizar a falta de água nos meses mais quentes e secos.

Coisas do Brasil!